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Awake

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Awake

O que buscamos?

O Awake busca ampliar o olhar sobre quem somos e como vivemos.

Fazemos isso provocando novos questionamentos, trazendo diferentes perspectivas, através de conteúdos, encontros e cursos.

Nosso objetivo é poder fazer com que as pessoas tenham mais consciência sobre suas possibilidades e possam responder e viver de maneira mais criativa.

“A criatividade é a capacidade que temos de fazer surgir algo novo e valioso, na medida em que assumimos de modo ativo possibilidades que nos são oferecidas.” Alfonso López Quintás

Vemos o ser humano como um ser chamado para ir além de si, movido por sentido, um ser autotranscendente.

Apenas pode descobrir quem é, quando se orienta para o sentido, quando não está mais direcionado para si mesmo, mas sim entregue e imerso nesse sentido.

“A felicidade não pode ser perseguida, deve acontecer e só tem lugar como efeito colateral, de uma dedicação pessoal a uma causa maior que a pessoa, ou como subproduto da rendição pessoal a outro ser”

Viktor Frankl

“Autotranscender significa sempre dirigir- se para algo que vai além de nós, algo que não seja eu. Ir além de si para encontrar uma tarefa a realizar, ou uma pessoa para amar.” Victor Frankl

Para nós a Felicidade está não em um único aspecto da vida, mas na integração dos diversos aspectos.

Por isso buscamos trabalhar diversos temas e olhares: Relacionamento, Familia, Profissão, Educação Infantil, Artes e outros.

Para provocar um pensamento profundo que chegue ao intimo de cada um, que promova a integração da pessoa, a união de suas forças e dimensões.

“A autêntica vocação da vida humana é criar modos valiosos de unidade”

Alfonso López Quintás

CONEXÃO ENTRE PAIS E FILHOS – MODULO III

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CONEXÃO ENTRE PAIS E FILHOS – MODULO III

As crianças trazem um novo olhar, tem outro tempo, olham com mais calma, se surpreendem, estão sempre apreendendo enquanto re-elaboram o mundo e, assim, se descobrindo. Como se conectar com elas? Como criar um ambiente que ela se reconheça? Como compreendê-la, criar um diálogo de abertura, confiança e proximidade?

1o Encontro: O Encontro humano do educar com a educador Severino Antonio

2o Encontro: Um encontro com o Brincar com Renata Meirelles

3o  Encontro: Ser quem se é: Intenções e desenvolvimento da criança, com a educadora Daniela de Rogatis

Pais Analógicos, Filhos Digitais

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Pais Analógicos, Filhos Digitais

Com Alessandra Borelli, sócia da Nethics Educação Digital

Tanto quanto divertida, a vida online pode ser perigosa. E conhecer os perigos a que crianças e adolescentes estão sujeitos é fundamental para a educação, para tirar o melhor proveito desta fantástica evolução, com segurança.

De forma lúdica, prática e realista, este encontro vai trazer informações e orientações sobre os principais interesses e vulnerabilidades a que cada faixa etária encontra-se sujeita no mundo digital. Contribuindo para que, com segurança, possam exercer seus papéis de pais no importante desafio de educar esta encantadora geração.

Sabemos onde nossos filhos estão navegando?

Com quem estão se relacionando?

Pelo que se interessam?

O que estão fazendo no ambiente digital?

A Nethics Educação Digital é uma empresa voltada a educação de crianças, adolescentes e jovens sobre ou uso ético e seguro da Internet.

Contribuir para que os pais sintam-se seguros, rompam com os paradigmas do mundo analógico e exerçam seus papeis com maestria na vida digital de seus filhos é também um dos objetivos da Nethics..

www.nethicsedu.com.br

Alessandra Borelli

Advogada atuante em Direito Digital, Diretora Executiva da Nethics Educação Digital, Certified in “Safeguarding Children and Internet Safety” by the HST at United Kingdom.

Co-autora do livro Educação Digital, Ed. RT, 2015, da primeira Coleção de Educação para Cidadania Digital do Brasil, Ed. FTD, 2015 e de outros artigos relacionados ao tema, Coordenadora do Manual de Boas Práticas para Uso Seguro das Redes Sociais da OAB/SP.

Valores, Criatividade e Ética: Como viver uma vida valiosa? com Gabriel Perissé

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Que relação existe entre ética, valores e criatividade? Palavras conhecidas, mas como encontrar realmente o sentido delas na minha vida, no meu dia a dia?
Um convite a um novo olhar sobre essas palavras sob a ótica do pensamento dialógico do filósofo da educação, espanhol, Alfonso López Quintás. Um caminho para uma existência autenticamente valiosa.

Gabriel Perissé:
Mestre em Literatura Brasileira (USP) e doutor em Filosofia da Educação (USP). Fez pós-doutorado em Filosofia e História da Educação (Unicamp). Publicou mais de 20 livros sobre educação, linguagem, filosofia e ética.

Novo Módulo: Eu, o Outro e o Mundo

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Novo Módulo: Eu, o Outro e o Mundo

“Individualidade só é possível se for um desdobramento da totalidade” David Bohm

Um convite a olhar o outro, o diferente e o mundo que estão sempre nos convidando a fazer parte de algo maior.

Brasil, ser brasileiro diz o quê sobre quem sou eu?

com Mariana Barros
16/9 às 19h30

O que o que você fez no último 7 de setembro? Um convite à reflexão sobre como nossa identidade como indivíduo é influenciada por padrões culturais da identidade nacional.

Nossos Valores e nossas Crenças em ação

com Rogério Chér
23/9 19h30–21h30

Nesta palestra, discutiremos como despertar para crenças e valores individuais a partir da nossa história de vida, e como isso é importante para nos sentirmos protagonistas e responsáveis por nossas ações e escolhas de vida pessoal e profissional.

Reflexões Sobre a Arte de Conviver: Encontro com o outro – Encontro comigo mesmo

com Gabriel Perissé
30/9 às 19h30–21h30
A partir do conceito de ENCONTRO — elaborado por vários filósofos contemporâneos — redescobrimos em que consiste a convivência humana, e de que forma autoconhecimento e conhecimento do outro (do diferente) se potenciam mutuamente.

Eu e o Mundo

com Elisabeth Weingraber-Pircher e Roberta Raffaelli
07/10 às 19h30

Diferentes hábitos, comportamentos, valores, toda uma nova realidade é sempre um convite a nos olhar de outro lugar. Como aprender a identificar novos contextos e nos integrar à eles de maneira a ampliarmos nosso olhar e nos expressarmos com mais clareza?

A partir de técnicas interativas e conceitos construtivistas da Comunicação Intercultural, a plateia será desafiada a usar a empatia e a escuta para construir uma ponte entre sua própria cultura e os valores alheios.

Todos os encontros serão na Livraria da Vila Lorena: Alameda Lorena, 1731

Inscreva-se aqui

Sobre os palestrantes:

Mariana Barros
Bacharel e mestre em Relações Internacionais é sócia fundadora da Differance Intercultural Consultants e presidente da Sietar Brasil. Trabalha há 15 anos recebendo expatriados no Brasil e enviando Brasileiros pra fora, além de facilitar workshops e palestras sobre interculturalidade, a habilidade de gerenciar diferenças.
http://differance.com.br/

Rogério Chér
Rogério trabalhou na DBM como Vice Presidente de Operações para América Latina, foi Diretor Corporativo de RH da Natura, hoje é sócio na Empreender Vida e Carreira e tem o tema GENTE como núcleo central do seu trabalho. Seu propósito é apoiar indivíduos e organizações a ampliarem significado de vida e carreira. Rogério é também professor da FGV e da FAAP nas áreas de Empreendedorismo e Criação de Novos Negócios e autor dos livros “Empreendedorismo na Veia — um aprendizado constante”, “Todo novo começo surge de um antigo começo — transições de vida e carreira” e “Engajamento: melhores práticas de liderança, cultura organizacional e felicidade no trabalho”.
http://www.rogeriocher.com.br

Gabriel Perissé
Mestre em Literatura Brasileira (USP) e doutor em Filosofia da Educação (USP). Fez pós-doutorado em Filosofia e História da Educação (Unicamp). Publicou mais de 20 livros sobre educação, linguagem, filosofia e ética. Desde 2001, estuda a obra do pensador e pedagogo espanhol Alfonso López Quintás.
www.perisse.com.br

Elisabeth Weingraber-Pircher
Nasceu e foi criada em Graz, na Áustria, estudou, trabalhou e viveu em 11 países em 4 continentes, atualmente ela trabalha e mora em São Paulo, Brasil. É consultara, facilitadora e faz coaching executivo, além de treinamentos interculturais e de liderança global.
Formada em gestão internacional na universidade Karl Franzens de Graz, Austria, tem Diploma Internacional de Gestão pela ICF Nancy, uma universidade privada na França, começou seu Doutorado em RH na USP no Brasil. Elisabeth consulta, facilita e faz coaching em alemão, alemão austríaco, inglês, italiano e português.
http://www.kulturelle.com/

Roberta Raffaelli
Graduada em Psicologia pela PUC-SP, pós-graduada em Gerenciamento de Recursos Humanos pelo Fanshawe College, no Canadá, certificada como NeuroCoachpelo NeuroLeadership Institute, Coach Psico-Orgânica pelo Instituto Andaraluz, na França e Interculturalista pelo Intercultural Development and Research Institute, em Milão.
Atuou em posições gerenciais de Recursos Humanos em multinacionais no Brasil e no Canadá, onde implementou e gerenciou projetos em diversas áreas organizacionais. Atualmente é Coach e Treinadora Intercultural, Mentora e Avaliadora de Coaches em formação. É também voluntária no projeto da SIETAR para adaptação cultural de imigrantes Haitianos.http://transitioncoaching.com.br/pt/

Natureza e Graça

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Natureza e Graça

Você já viu o filme “A Árvore da Vida” ? Um filme lindo que aborda o tema da natureza e da graça, da generosidade e do egoísmo, da existência e ausência, da vida e da seca. Um filme profundo e poético, mas não tão simples de entender, graças à um artigo publicado pelo filósofo Luís Felipe Pondé, chegamos mais próximos da essência da mensagem do filme e foi tanto nosso entusiasmo com a beleza do filme, que o chamamos para fazer um encontro apenas sobre esse tema. O encontro foi lindo, Pondé entrou em uma outra sintonia, extasiado pela beleza da luz e da vida, esqueceu o tempo e o encontro que era para durar 1h30, durou 2h30, coisas da graça..
Abaixo está o artigo, o princípio de toda inspiração.

Luís Felipe Pondé — Folha de São Paulo 15/08/2011

A vida é feita de escolhas. Uma das escolhas mais sérias na vida é o modo como vivemos a vida, se como graça ou como natureza. Essa questão é uma alternativa clássica na filosofia cristã, mais especificamente de Santo de Agostinho, morto no ano 430 d.C. Duas de suas obras, “Natureza e Graça” e “Confissões”, são essenciais para entendermos este problema.
O novo filme do misterioso cineasta americano Terrence Malick (que despreza o glamour da indústria do cinema e das festas da mídia) se abre com esta questão. “Árvore da Vida” foi o vencedor da palma de ouro de Cannes deste ano.
Malick é um cineasta que faz da espiritualidade a matéria-prima de seu cinema, como, por exemplo, o russo Tarkovski fazia.

Já em “Além da Linha Vermelha”, de 1998, com a espiritualidade na guerra, e “O Novo Mundo”, de 2005, com a espiritualidade do encontro com o “outro”, Malick faz da voz em “off” de seus personagens um apelo desesperado da espécie humana em busca do sentido de nossa aventura na Terra. Em Malick, cada agonia do indivíduo (cada “voz”) é arquetípica do humano.
Por favor, não entenda “espiritualidade” aqui como essas bobagens de sofás que você muda de lugar para melhorar a energia da sua casa ou uma palavra para você falar de suas manias com cristais ou expectativas reencarnacionistas.
“Espiritualidade” aqui significa a indagação essencial se a vida é fruto de uma força cega ou fruto de uma intenção bela, confrontada cotidianamente com o sofrimento inquestionável da vida.

Segundo a personagem feminina principal, a mãe dos três filhos (um deles, quando adulto, será Sean Penn) e esposa de Brad Pitt no filme, interpretada pela belíssima ruiva Jessica Chastain, há duas formas de viver: “The way of grace or the way of nature” (segundo a graça ou segundo a natureza). Podemos também traduzir “way” aqui por caminho, modo, forma ou maneira.

Esta é a chave para o entendimento mais profundo deste filme. Sem ela, você poderá ficar rodando em círculos ao redor do encontro, no enredo, entre a origem do universo e da vida na Terra (narrada em maravilhosas imagens cósmicas e paleontológicas) e a história da família que tem essa “mística” como mãe e que nos primeiros minutos recebe a notícia da morte de um de seus filhos na guerra do Vietnã (o “filho mais doce e generoso” dos três).

Eu, que sou uma pessoa essencialmente atormentada pela melancolia (como dizia semana passada ao comentar outra recente pérola do cinema, o filme “Melancolia” de Lars von Trier), considero esse conceito de “graça” do cristianismo uma das maiores criações da filosofia ocidental, além do conceito de Deus, claro. A graça sempre me encanta e, no cristianismo, ela é o “modo” de Deus criar as coisas.
Toda vez que o mundo (e nós nele) surpreende, saindo de sua constante miséria interesseira, vaidosa, traiçoeira, monotonamente previsível, eu sinto o cheiro da graça.

Tivesse eu que definir o modo como vivo, diria, entre a melancolia e a graça. Para mim, não há nada entre elas, só abismo.
Peço aos inteligentinhos que me poupem o blá-blá-blá do jardim da infância sobre as críticas ao cristianismo ou ao conceito de Deus. Proponho que hoje vão brincar no parque.
A graça é generosa, não pensa em si mesma, pode ser humilhada, ignorada, desprezada, mas ainda assim ela dá vida. A natureza só pensa em si mesma, submete todos a ela, é escrava de sua fisiologia, ao fim, vira pedra.
É mais ou menos assim que a mãe “mística” define a diferença entre viver segundo a graça ou segundo a natureza.
Se a vida é fruto da graça, ela é dádiva de beleza e de bondade, se ela é apenas natureza, ela é cega e sem sentido.

O adulto Sean Penn será o herdeiro agoniado desta questão: a vida é graça ou mera natureza? “Devo ser competitivo”, como o pai o ensinou a ser (a natureza), ou “generoso”, como a mãe lhe dizia (a graça)? A morte prematura do irmão será intransponível? Como amar a vida diante da morte? Seria ela a derrota da graça? A vitória da natureza cega?
Cada morte é como se fosse a primeira morte no mundo

Less is More

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Less is More

Essa frase tem me feito refletir tanto.

O silêncio tem me feito encontrar tanto.

Do que mais precisamos?
Temos tanto dentro de nós.

Porque buscamos tanto barulho, consumo, atividades?

Somos tão ricos e complexos interiormente.

Dentro de nós há tanta beleza.

Tudo o que precisamos é um momento de silêncio, silêncio para encontrar essa realidade, para encontrar nossas respostas, para ver com clareza.

Silêncio para responder à quem somos e não reagir a situações que vivemos..

Silêncio, silêncio, silêncio.

Nada mais precioso.

Fazer x Ser

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Fazer x Ser

Porque damos tanto valor ao “fazer”?
A encher nossa vida de compromissos, reuniões e atividades?

Ficamos correndo de um lado para o outro, sempre “quase” atrasados.

Vivemos no automatismo, na reação, andamos sem ver, comemos sem saborear, conversamos sem escutar, falamos sem pensar.

Não podemos mais ver as sutilezas, o sentido, o chamado.
Temos sede por construir um caminho autêntico, mas não temos tempo para o silêncio.

Quem é você? O que o mundo precisa que seu talento pode providenciar?
Como você vai servir o mundo?

Para responder e poder encontrar nosso sentido, precisamos de silêncio.

Se não estaremos confundindo escolher com responder, automatismo com autonomia, atividade com criatividade.

Por mais Ser e menos Fazer.

Quem são pessoas que despertam ou despertaram seu “Ser”?

COMO ACOMPANHAR O ADOLESCENTE? – MODULO ADOLESCÊNCIA

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COMO ACOMPANHAR O ADOLESCENTE? – MODULO ADOLESCÊNCIA

É uma proposta para olhar de outra perspectiva. Um caminho para descobrir o que o adolescente leva dentro, compreender o que ele nos mostra com seu comportamento e acompanha-lo na busca por responder: quem sou e para quê existo?

1o Encontro: Sentido e missão do adolescente.

Como olho o adolescente? Com Renata Malheiro

2o Encontro: As necessidades dos adolescentes. Compreendendo sua linguagem com Renata Malheiro

3o Encontro: Identidade e Futuro, com a educadora Daniela de Rogatis

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